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Ecoturismo – Belém e Ilha do Marajó

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Detalhes do roteiro
Ecoturismo – Belém e Ilha do Marajó
 
Seja bem-vindo à Amazonia Paraense!

Deixe-se encantar por Belém: O portão natural de entrada da Amazônia. Fundada pelos portugueses na foz do rio Amazonas, Belém, em seus quase 400 anos de história, teve sua arquitetura fortemente influenciada pela cultura européia, chegando a ser conhecida como Paris na América, no início do século XX. Atualmente, apesar de cosmopolita e moderna em vários aspectos, Belém não perdeu o ar tradicional das fachadas dos casarões, dos palacetes e das igrejas do período colonial. Encravada no meio da floresta amazônica, você irá se encantar, não só com a sua riqueza arquitetônica, mas com o seu povo, sua cultura e sua gastronomia, um interessante caldeirão de misturas étnicas de origem indígena, com sabores das culturas européias.

Descubra a Ilha de Marajó: Maior ilha fluvial marítima do planeta, Marajó pertence ao arquipélago que possui mais de duas mil ilhas, cercado pelo Oceano Atlântico e pelos Rios Amazonas e seus tributários. Guardiã do maior acervo de descobertas arqueológicas de toda a bacia amazônica, a ilha abriga resquícios da cultura indígena marajoara que desapareceu misteriosamente durante o período da colonização portuguesa. Seus campos inundáveis, praias selvagens e manguezais a tornam um lugar especial para quem gosta da natureza em seu estado natural.

 

 

Roteiro

1º Dia – ORIGEM / BELÉM

Apresentação no aeroporto com 2 horas de antecedência para embarque com destino a Belém. Chegada ao aeroporto de Belém e traslado ao hotel. Hospedagem.

2º Dia - BELÉM: Conhecendo Belém, sua história, sua cultura e sua culinária.

Descobrindo Belém – 08h30, após o café da manhã, começamos nosso passeio de dia inteiro por Belém com visita ao Mercado do Ver-o-Peso, onde chegam, de todas as partes do interior do Estado, produtos extraídos da floresta e dos rios da Amazônia, um grande mosaico de cores, aromas e sabores amazônicos, tão característicos do Pará. Continuamos em caminhada pela Cidade Velha, para conhecer um dos acervos históricos e arquitetônicos mais ricos do país, passando pelas estreitas ruas onde a cidade começou, até o Complexo Feliz Lusitânia, que abriga a Catedral da Sé, a Igreja de Santo Alexandre e Museu de Arte Sacra, Casa das Onze Janelas, Forte do Castelo e Museu do Encontro, espaço que abriga peças e objetos que remetem aos primeiros moradores da cidade, além de peças de cerâmica marajoara e tapajônica, encontradas em sítios arqueológicos no interior da Ilha de Marajó e Região do Tapajós. Continuando nosso passeio, nos deslocamos de carro até a Praça da República, para visita ao Theatro da Paz, um remanescente da época áurea do ciclo da borracha, que, durante boa parte do ano, recebe companhias de ópera e peças de teatro do Brasil e do mundo. Paramos para almoçar (almoço não incluso) no restaurante Point do Açaí, instalado em um casarão antigo restaurado. Aqui a dica é experimentarmos, como o nome do restaurante propõe, o açaí, com peixes, à moda paraense. Se não quiser experimentar o açaí assim sugerimos pedir o Filé de Filhote arroz de jambú e camarão, servido com molho de tucupi reduzido, acompanhado de farofa de chicória, uma das melhores combinações preparadas para um dos peixes mais nobres da Amazonia Paraense. Não deixe de pedir o açaí de sobremesa para tomar com açúcar. 14h30, vai chover!!! Em Belém, todos os dias, a essa hora, chove! Então, antes das primeiras gotas, seguimos até o Parque Zoobotânico Emílio Goeldi. É um passeio memorável, depois da chuva, pelas alamedas e pontes, rodeadas por mais de 800 espécies de plantas nativas, desde as de grande porte como o cedro e a samaúma até as delicadas vitórias-régias. A fauna inclui, entre mais de 600 animais, o guará, o jacaré-açú e a ariranha, que parece posar para as fotos. O passeio continua em direção ao Mangal das Garças, parque ecológico que resultou da revitalização de uma área de 40.000 m² na margem do rio Guamá e que reproduz num espaço naturalístico as diferentes macro-regiões da flora amazônica: as matas de terra firme, as matas de várzea e os campos. Abriga o Farol de Belém, Borboletário, Museu Amazônico e o Mirante do Rio.
17h30, nossa sugestão antes de retornar aos hotéis é experimentar o tacacá, uma espécie de sopa servida quente, à base de derivados da mandioca, jambú e camarão. Se preferir uma sorveteria com sabores amazônicos também é uma boa pedida. Noite livre. (Refeições inclusas: Café da manhã)

3º Dia – BELÉM: Comunidade Tradicional

Café da manhã e às 08h00 traslado dos hotéis para embarque fluvial no porto de Belém, com destino ao Porto de Boa Vista. Utilizamos barcos regionais chamados “pô-pô-pô”. A travessia dura aproximadamente 1h00. 09:00. Chegamos ao porto do vilarejo de Boa Vista do Acará, iniciamos em seguida uma caminhada por estradas de terra sob vegetação primária e secundária. No caminho, paramos para observar uma das enormes e centenárias Sumaúmas, as maiores árvores da Amazônia. A caminhada é de 2,5 km e dura entre 40 minutos e 1 hora até a sede da Associação dos Produtores Orgânicos de Boa Vista do Acará, esse tempo depende também do interesse do visitante pela floresta.
Ao chegar na comunidade seremos recepcionados com um lanche regional a base de frutas e sucos da época, tapioquinhas e bolos feitos de mandioca. Em seguida, visitaremos algumas famílias da comunidade passando pela casa de farinha, onde os moradores produzem a farinha de mandioca e seus derivados; e o cultivo da priprioca, um tipo de capim com raíz perfumada, atualmente utilizada pela indústria na fabricação de cosméticos. Além disso, dependendo da época, conheceremos a coleta de frutos das árvores amazônicas como a castanha do pará, o tucumã, o açaí, o buriti e a graviola.
O passeio pela comunidade é finalizado com um perfumado banho de ervas no igarapé.
Retornamos à Belém em seguida.
14h00 Chegada a Belém (previsão), seguida de traslado para o hotel. Devido à hora tardia de retorno, sugerimos nesse dia almoçar no próprio hotel ou na Estação das Docas e a sugestão de almoço é no restaurante regional Lá em Casa, famoso pela organização do Festival de Gastronomia “Ver-o-Peso da Cozinha Paraense”. Lá, o serviço de buffet inclui

4º Dia – BELÉM / MARAJÓ: Partida para Marajó - Campos de Marajó

Traslado dos hotéis, em Belém, para Terminal Hidroviário de Belém, de onde partimos em direção à Soure, na Ilha de Marajó. O traslado fluvial em catamarã de linha, sua viagem durará cerca de 2h00 navegando pelo estuário do rio Amazonas, até a chegada na cidade de Soure, onde estão nossas pousadas. De tarde partimos com destino ao interior da Ilha, para visita aos campos de Marajó. Nosso objetivo é observar espécies da fauna marajoara como maguaris, garças brancas e azuis, guarás vermelhos, mergulhões, patos selvagens e muitos outros. Com um pouco de sorte poderemos avistar macacos guariba (ou bugio) e capivaras, muito comuns nessa região. Retornamos ao hotel após o pôr do sol.

5º Dia - Descobrindo a Cerâmica Marajoara e os artigos de couro de búfalo - Passeio de barco a motor no furo Miguelão - Descobrindo a dança do carimbó

Após o café da manhã, partimos para conhecer o entorno da cidade e descobrir a Cerâmica Marajoara e os artigos de couro de búfalo. Visitamos o Ateliê de Cerâmica Marajoara do Artesão Carlos Amaral, que reproduz peças baseadas na cultura Aruan, última etnia indígena a habitar Marajó; Visitamos também o Ateliê do Artesão Ronaldo Guedes, artista contemporâneo, que reproduz peças cerâmicas baseadas nas diversas etnias indígenas que habitaram Marajó, além de peças em madeira coletada nas praias e manguezais; Visitamos o Ateliê de Couro (e curtume), local de produção artesanal de artigos em couro, tradição transmitida por gerações, que ainda mantém características originais de produção;
Aproveite o tempo livre para relaxar no Hotel, enquanto esperamos a maré alta para sairmos em direção ao trapiche de nossa base, localizada na margem do rio Paracauary, de onde partimos em barco regional motorizado com destino ao Furo Miguelão, caminho pelo rio sob a floresta de mangue e floresta de igapó, construído com força humana, na primeira metade do século 20, para encurtar a navegação entre as fazendas da região. Parada para banho de rio. Retorno ao hotel em seguida.
Quando disponível, assistiremos ao ensaio de grupo de tradições marajoaras, apresentando o tradicional ritmo do carimbó, dança de origem indígena, que recebeu influências das culturas negra e portuguesa, presente na cultura marajoara desde o período colonial.

6º Dia – Vila de Pescadores, Praia do Pesqueiro e Passeio de barco no furo do Miguelão

Após o café da manhã, saímos para visita à vila de pescadores na praia Pesqueiro. Após a visita, reservamos o restante do dia para você curtir a manhã de sol na praia. Passeio de barco a motor no furo Miguelão – Aproveite o tempo livre para relaxar na piscina do Hotel, enquanto esperamos a maré alta para sairmos em direção ao trapiche de nossa base, localizada na margem do rio Paracauary, de onde partimos em barco regional motorizado com destino ao Furo Miguelão, caminho pelo rio sob a floresta de mangue e floresta de igapó, construído com força humana, na primeira metade do século 20, para encurtar a navegação entre as fazendas da região. Parada para banho de rio. Retorno ao hotel em seguida.

7º Dia - Em busca dos búfalos (cavalgada)

Após o café da manhã, partimos em lanchas rápidas pelo rio Paracauary, com destino aos campos mais remotos, localizados cerca de 45 km rio acima. Chegada ao porto da fazenda criadora de búfalos, de onde seguimos montados em cavalos da raça Marajoara, ou em charretes, até a sua sede. Após o lanche de boas-vindas, partimos para um breve reconhecimento do entorno da fazenda e paramos para visita a um teso (aterro indígena), com réplicas da cerâmica marajoara onde aprendemos um pouco sobre essa civilização. Almoço na fazenda (incluso). 14h30, após um breve descanso, continuamos nosso passeio com uma cavalgada pelos campos inundáveis, nosso objetivo é encontrar uma manada de búfalos e conduzi-los até o curral, junto com vaqueiros da fazenda. Esta é uma verdadeira experiência de Marajó mais selvagem, que está entre as mais valiosas dessa viagem. Retornamos ao hotel no pôr do sol. Noite livre.

8º Dia - Marajó – Belém - Origem

Manhã livre. Após o almoço em horário previamente informado pelo receptivo, traslado da pousada para o porto em Marajó, para embarque de retorno com destino à Belém. Chegada à Belém seguida de traslado para o aeroporto. O tempo total de viagem é de 2 horas.
Obs: reservar voos após às 20h00

Fotografias
Fonte: Wikimedia Commons